domingo, 25 de abril de 2010

Agora

Fúnebre momento hilário,
Percorre toques de olhar,
Calafrio, imensidão,
O contrário digo não.

Veias da imaginação,
Suar entre gestos,
Sublime a minha volta,
Corda, a toda hora.

Ventos que sopram calados,
Amaldiçoados, coitados,
Tempo, vago atado,
Correr, sangue intenso.

Eu mesmo perdido,
Tardio é meu vão,
Coração triste e oco,
Nem pensar em perdão.
Caramba, senso não há,
Palavras perdidas,
O que cita ação,
Intensa, revolta, agora.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Transroca, o Navio Proibido

Rir ou Chorar

Livro Poesia Não Vende

Como Mimar Seu Cão

Mistérios em Floripa

Loucuras de um Escritor